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	<title>Antônio Roberto &#187; Agência Câmara</title>
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	<description>Blog oficial do Antônio Roberto</description>
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		<title>AGÊNCIA CÂMARA &#8211; Câmara aprova o Estatuto da Igualdade Racial</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Sep 2009 02:00:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Antônio Roberto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A comissão especial que analisou o Estatuto da Igualdade Racial (PL 6264/05) aprovou, nesta quarta-feira, a redação final do substitutivo do relator, deputado Antônio Roberto (PV-MG). O texto prevê medidas como o incentivo à contratação de negros em empresas, o reconhecimento da capoeira como esporte, a reclusão de até três anos para quem praticar racismo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A comissão especial que analisou o Estatuto da Igualdade Racial (PL 6264/05) aprovou, nesta quarta-feira, a redação final do substitutivo do relator, deputado Antônio Roberto (PV-MG). O texto prevê medidas como o incentivo à contratação de negros em empresas, o reconhecimento da capoeira como esporte, a reclusão de até três anos para quem praticar racismo na internet, o livre exercício dos cultos religiosos de origem africana e o estímulo às atividades produtivas da população negra no campo. A proposta foi o resultado de mais de seis anos de discussão no Congresso.<br />
<span id="more-1081"></span><br />
Depois de um acordo com deputados contrários a alguns pontos da matéria, a comissão aprovou a redação final do substitutivo com mudanças em relação ao texto original. Entre elas, estão a redução de 30% para 10% da proporção de candidatos negros que os partidos devem ter nas eleições; a retirada da obrigatoriedade de reserva, nos estabelecimentos públicos, de vagas para alunos negros vindos de escolas públicas na mesma proporção dessa etnia na população; e a supressão do inciso que definia quem eram os remanescentes de quilombos.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra mudança foi a retirada da expressão &#8220;igualdade&#8221; do dispositivo que trata da contratação de atores negros em produções artísticas. Mesmo com as modificações, Antônio Roberto frisou: &#8220;A essência continua a mesma: a inserção do negro brasileiro nos níveis de poder&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">A matéria tramita em caráter conclusivo e será enviada ao Senado. Um dos pontos do acordo foi o de que não seria apresentado nenhum recurso no sentido de que o projeto fosse votado no Plenário da Câmara.<br />
<strong><br />
Reconhecimento da desigualdade</strong><br />
Na opinião do presidente da comissão especial, deputado Carlos Santana (PT-RJ), as mudanças no texto não são significativas. Segundo ele, &#8220;já é o máximo&#8221; o fato de haver o reconhecimento da condição de desigualdade da população negra. &#8220;Para todos que estão na favela, nos cárceres, porque lá somos maioria, esta é uma vitória&#8221;, sustentou.</p>
<p style="text-align: justify;">Participante das negociações que possibilitaram o acordo, o ministro da Promoção da Igualdade Racial, Edson Santos, também considerou que a grande conquista é o reconhecimento da desigualdade: &#8220;Esse documento dá visibilidade à presença do negro na sociedade, às condições em que ficou após a Abolição da Escravatura e aos direitos que teve sonegados. Teremos condição de dar celeridade à reparação desses problemas por meio de políticas públicas do Estado.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Autor da primeira versão do projeto do estatuto no Senado, em 2003, o senador Paulo Paim (PT-RS) comemorou a aprovação. Ele disse compreender as mudanças que o projeto sofreu: &#8220;Aqui foi aprovado o texto possível. O mingau se come pelas beiradas, e foi isso que o movimento social, com muita inteligência, soube fazer.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Já o deputado Damião Feliciano (PDT-PB) reclamou das mudanças e disse que foram prejudicadas &#8220;muitas conquistas&#8221;, como as cotas na educação. &#8220;Estamos aprovando um estatuto desidratado&#8221;, avaliou. Ele disse que, inicialmente, era prevista uma cota de 20% de atores negros nos meios de comunicação, percentual que ficou fora da versão final.</p>
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		<title>AGÊNCIA CÂMARA &#8211; Veja os principais pontos da proposta aprovada</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Sep 2009 02:00:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Os principais pontos do substitutivo aprovado do Estatuto da Igualdade Racial são: - Empregos: o Poder Público poderá oferecer incentivos a empresas com mais de 20 empregados que contratarem pelo menos 20% de negros. - Capoeira: A capoeira é reconhecida como desporto de criação nacional. Assim, o Estado deverá garantir o registro e a proteção [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os principais pontos do substitutivo aprovado do Estatuto da Igualdade Racial são:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>- Empregos:</strong> o Poder Público poderá oferecer incentivos a empresas com mais de 20 empregados que contratarem pelo menos 20% de negros.<span id="more-1090"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>- Capoeira: </strong>A capoeira é reconhecida como desporto de criação nacional. Assim, o Estado deverá garantir o registro e a proteção da capoeira, inclusive destinando recursos públicos para essa prática. A atividade de capoeirista é reconhecida em todas as modalidades (esporte, luta, dança e música).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>- Discriminação:</strong> A proposta acrescenta à Lei 7.716/89, sobre discriminação racial, o crime de expor, na internet ou em qualquer rede pública de computadores, informações ou mensagens que induzam ou incitem a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional. A pena prevista é reclusão de um a três anos e multa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>- Liberdade religiosa: </strong>A proposta assegura o livre exercício dos cultos religiosos de origem africana, prevendo inclusive assistência religiosa aos seus seguidores em hospitais e também denúncia ao Ministério Público para abertura de ação penal em face de atitudes e práticas de intolerância religiosa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>- Acesso à terra:</strong> O poder público promoverá a isonomia nos critérios de financiamento agrícola para incentivar o desenvolvimento das atividades produtivas da população negra no campo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>- Moradia: </strong>Os programas de moradia do governo federal deverão assegurar tratamento equitativo à população negra, assim como os bancos públicos e privados que atuam em financiamento habitacional.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>- Foto em currículo:</strong> A proposta proíbe empregadores de exigir boa aparência e de pedir fotos em currículos de candidatos a empregos. Os infratores ficam sujeitos a multa e prestação de serviços à comunidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>- Recursos públicos:</strong> Os planos plurianuais (PPAs) e os orçamentos anuais da União deverão prever recursos para a implementação de programas de ação afirmativa nas áreas de educação, cultura, esporte e lazer, trabalho, meios de comunicação de massa, moradia, acesso à terra, segurança, acesso à Justiça, financiamentos públicos e contratação pública de serviços e obras.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>- Saúde: </strong>a proposta fixa as diretrizes da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra.</p>
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		<title>AGÊNCIA CÂMARA &#8211; Estatuto da Igualdade Racial: sem acordo, votação fica para o dia 9</title>
		<link>http://www.antonioroberto.com.br/2009/08/26/agencia-camara-estatuto-da-igualdade-racial-sem-acordo-votacao-fica-para-o-dia-9/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=agencia-camara-estatuto-da-igualdade-racial-sem-acordo-votacao-fica-para-o-dia-9</link>
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		<pubDate>Wed, 26 Aug 2009 02:00:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[DEM pede mudanças no texto em artigos sobre cotas e sobre a regularização de terras de quilombolas, entre outros. Deputados favoráveis ao relatório dizem que opositores querem derrubar o estatuto. Mais uma vez, a comissão especial que analisa o projeto de lei do Estatuto da Igualdade Racial (PL 6264/05, do Senado) teve uma reunião agitada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>DEM pede mudanças no texto em artigos sobre cotas e sobre a regularização de terras de quilombolas, entre outros. Deputados favoráveis ao relatório dizem que opositores querem derrubar o estatuto.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Mais uma vez, a comissão especial que analisa o projeto de lei do Estatuto da Igualdade Racial (<a href="http://www2.camara.gov.br/antonioroberto/site/clipping/materias.html?pk=121227" target="_blank">PL 6264/05</a>, do Senado) teve uma reunião agitada que terminou sem votação do relatório do deputado Antônio Roberto (PV-MG). O presidente da comissão, deputado Carlos Santana (PT-RJ), convocou nova reunião para o dia 9 de setembro a fim de tentar mais uma vez votar a proposta.<span id="more-1069"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Os deputados do DEM continuam a pedir alterações no texto, principalmente em relação às cotas e à exigência de declaração de cor nos censos escolares. O relator já retirou do texto a exigência de contratação de 20% de atores negros em produções artísticas e na publicidade oficial, e alterou a redação do artigo que prevê a regularização de terras para remanescentes de quilombos, um dos pontos mais questionados do projeto.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda assim, o deputado Luis Carlos Heinze (PP-RS) afirma que a regularização de terras de descendentes de quilombolas representa &#8220;mais um entulho que querem trazer para os produtores rurais&#8221;. De acordo com ele, se o texto for aprovado com a redação atual, vai se repetir &#8220;o que está acontecendo com comunidades indígenas, um verdadeiro absurdo&#8221;. &#8220;Não podemos jogar mais um segmento em cima de uma classe que hoje sustenta o País&#8221;, argumentou.</p>
<p style="text-align: justify;">O deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS) considera que o texto, na forma como se encontra, vai &#8220;racializar&#8221; a sociedade brasileira. &#8220;O século XX foi completamente marcado pela racialização. O Brasil já saiu disso&#8221;, destacou, referindo-se ao artigo 16 do projeto, que prevê a declaração de cor nos censos estudantis. E acrescentou: &#8220;Todas as experiências do mundo, ao marcarem a origem de nascimento, a cor da pele, foram expressões do autoritarismo, da divisão&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Consenso</strong><br />
Lorenzoni insistiu durante toda a reunião para que a votação fosse adiada, de forma que os deputados pudessem continuar buscando o consenso. Com isso, ele se comprometeu a votar o texto na próxima reunião da comissão, sem obstruções regimentais. &#8220;Propomos mais tempo de discussão para no dia 9 de setembro voltar aqui e aclamar um processo histórico com os ajustes que podem ser construídos de maneira clara. Aí poderemos ter um ou dois pontos de ressalva, que vamos discutir em destaques&#8221;, propôs.</p>
<p style="text-align: justify;">Na opinião do deputado Luiz Alberto (PT-BA), no entanto, a proposta de Lorenzoni significa apenas mais uma forma de protelar a votação. &#8220;Eles dizem que querem um acordo, mas a cada hora questionam mais um ponto do texto. O que eles querem mesmo é derrotar o estatuto&#8221;, sustentou.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesma opinião expressou o deputado Evandro Milhomen (PCdoB-AP). &#8220;Não vejo nenhum ganho em adiar por mais 10 ou 15 dias a votação e, ao final, não haver consenso porque não foram atendidos os interesses dos opositores, que têm uma posição clara, ideológica, histórica que é contrária ao estatuto&#8221;, destacou.</p>
<p style="text-align: justify;">A intenção do grupo favorável ao texto era votá-lo ainda nesta quarta-feira, após a <a href="http://www2.camara.gov.br/antonioroberto/site/clipping/materias.html?pk=%2069671" target="_blank">Ordem do Dia</a> do Plenário. Mas isso não foi possível porque o presidente da Câmara, Michel Temer, convocou sessão extraordinária para votação do projeto que trata do Acordo entre o Brasil e o Vaticano relativo ao Estatuto Jurídico da Igreja Católica no Brasil.</p>
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		<title>AGÊNCIA CÂMARA &#8211; Estatuto da Igualdade Racial pode ser votado nesta tarde</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Aug 2009 02:00:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A comissão especial criada para analisar o Estatuto da Igualdade Racial (Projeto de Lei 6264/05, do Senado) pode votar nesta tarde o substitutivo do relator, deputado Antônio Roberto (PV-MG). A votação vem sendo adiada em razão de divergências, principalmente em relação à posse da terra para remanescentes de quilombos. O relator avalia que o projeto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A comissão especial criada para analisar o Estatuto da Igualdade Racial (Projeto de Lei 6264/05, do Senado) pode votar nesta tarde o substitutivo do relator, deputado Antônio Roberto (PV-MG). A votação vem sendo adiada em razão de divergências, principalmente em relação à posse da terra para remanescentes de quilombos.<span id="more-1067"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O relator avalia que o projeto é polêmico e, por isso, deverá perder o caráter conclusivo e ser enviado ao Plenário depois de ser votado na comissão especial. Em seguida, o projeto voltará para o Senado, por ter sido alterado na Câmara.</p>
<p style="text-align: justify;">A comissão se reúne às 14 horas, no plenário 4.</p>
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		<title>AGÊNCIA CÂMARA &#8211; Estatuto da Igualdade Racial pode ser votado nesta quarta</title>
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		<pubDate>Sat, 08 Aug 2009 02:00:47 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A comissão especial criada para analisar o projeto de lei do Estatuto da Igualdade Racial (PL 6264/05, do Senado) se reúne nesta quarta-feira (9) para votar o substitutivo do relator, deputado Antônio Roberto (PV-MG). Por falta de acordo, a votação do parecer vem sendo adiada há meses. Na última reunião, no mês passado, os deputados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A comissão especial criada para analisar o projeto de lei do Estatuto da Igualdade Racial (PL 6264/05, do Senado) se reúne nesta quarta-feira (9) para votar o substitutivo do relator, deputado Antônio Roberto (PV-MG). Por falta de acordo, a votação do parecer vem sendo adiada há meses.<span id="more-1048"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Na última reunião, no mês passado, os deputados do DEM continuaram a pedir alterações no texto, principalmente em relação às cotas e à exigência de declaração de cor nos censos escolares. O relator já retirou do texto a exigência de contratação de 20% de atores negros em produções artísticas e na publicidade oficial, e alterou a redação do artigo que prevê a regularização de terras para remanescentes de quilombos, um dos pontos mais questionados do projeto.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda assim, o deputado Luis Carlos Heinze (PP-RS) afirma que a regularização de terras de descendentes de quilombolas representa &#8220;mais um entulho que querem trazer para os produtores rurais&#8221;. De acordo com ele, se o texto for aprovado com a redação atual, vai se repetir &#8220;o que está acontecendo com comunidades indígenas, um verdadeiro absurdo&#8221;. &#8220;Não podemos jogar mais um segmento em cima de uma classe que hoje sustenta o País&#8221;, argumentou.</p>
<p style="text-align: justify;">O deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS) considera que o texto, na forma como se encontra, vai &#8220;racializar&#8221; a sociedade brasileira. &#8220;O século 20 foi completamente marcado pela racialização. O Brasil já saiu disso&#8221;, destacou, referindo-se ao artigo 16 do projeto, que prevê a declaração de cor nos censos estudantis. E acrescentou: &#8220;Todas as experiências do mundo, ao marcarem a origem de nascimento, a cor da pele, foram expressões do autoritarismo, da divisão&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Votação</strong><br />
Lorenzoni se comprometeu a votar o texto nesta quarta-feira, sem obstruções regimentais. &#8220;Propomos mais tempo de discussão para no dia 9 de setembro voltar aqui e aclamar um processo histórico com os ajustes que podem ser construídos de maneira clara. Aí poderemos ter um ou dois pontos de ressalva, que vamos discutir em destaques&#8221;, propôs.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>AGÊNCIA CÂMARA &#8211; Comissão pode votar Estatuto da Igualdade Racial na quarta-feira</title>
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		<pubDate>Mon, 18 May 2009 02:00:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A comissão especial que analisa o Estatuto da Igualdade Racial (Projeto de Lei 6264/05, do Senado) se reúne na quarta-feira (20) para votar o substitutivo do relator, deputado Antônio Roberto (PV-MG). O texto seria votado na semana passada, mas a votação foi adiada devido a controvérsias, principalmente em relação à posse da terra para remanescentes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A comissão especial que analisa o Estatuto da Igualdade Racial (Projeto de Lei 6264/05, do Senado) se reúne na quarta-feira (20) para votar o substitutivo do relator, deputado Antônio Roberto (PV-MG). O texto seria votado na semana passada, mas a votação foi adiada devido a controvérsias, principalmente em relação à posse da terra para remanescentes de quilombos. Conheça a proposta.<span id="more-1013"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Conforme o substitutivo do relator, remanescentes de quilombos que estejam ocupando suas terras têm direito à sua propriedade definitiva, e o Estado deverá emitir os títulos. Na opinião do deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), o texto é inconstitucional porque retira o limite temporal de ocupação de terras por quilombolas, previsto na Constituição. Lorenzoni ressalta que somente remanescentes de quilombos que ocuparam suas terras entre 1888 e 1988 podem receber os certificados definitivos de posse.</p>
<p style="text-align: justify;">Antônio Roberto, no entanto, ressalta que esse limite não pode ser estabelecido porque muitas dessas populações foram &#8220;espoliadas&#8221; após 1988. &#8220;Muitas propriedades foram invadidas, não há como fazer essa discriminação&#8221;, argumentou o relator.</p>
<p style="text-align: justify;">O relator afirmou também que a proposta, por ser polêmica, deverá perder o caráter conclusivo e ser enviada ao Plenário depois de ser votada na comissão especial. Em seguida, o projeto voltará para o Senado, por ter sido alterado na Câmara.</p>
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		<title>AGÊNCIA CÂMARA &#8211; Relator: Estatuto da Igualdade Racial pode ser votado em Plenário</title>
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		<pubDate>Wed, 13 May 2009 02:00:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Antônio Roberto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O relator da comissão especial que analisa o Estatuto da Igualdade Racial (PL 6264/05), deputado Antônio Roberto (PV-MG), afirmou que, devido aos questionamentos ocorridos hoje, certamente o projeto perderá o caráter conclusivo e terá de ser votado em Plenário. Na reunião desta tarde, Antônio Roberto explicou as alterações que fez no texto apresentado em dezembro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O relator da comissão especial que analisa o Estatuto da Igualdade Racial (PL 6264/05), deputado Antônio Roberto (PV-MG), afirmou que, devido aos questionamentos ocorridos hoje, certamente o projeto perderá o <a href="http://www2.camara.gov.br/internet/homeagencia/materias.html?pk=%20109932" target="_blank">caráter conclusivo</a> e terá de ser votado em Plenário.<span id="more-994"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Na reunião desta tarde, Antônio Roberto explicou as alterações que fez no texto apresentado em dezembro do ano passado. Segundo ele, as mudanças tiveram como principal objetivo &#8220;corrigir vícios de constitucionalidade&#8221; e conferir maior generalidade ao texto.</p>
<p style="text-align: justify;">A maior controvérsia questionada durante a reunião foi quanto à posse da terra por comunidades quilombolas. Na opinião dos opositores, como o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), a concessão de títulos definitivos deveria restringir-se às terras ocupadas por remanescentes de quilombolas apenas entre os anos de 1888 e 1988, conforme, segundo ele, constaria na Constituição.</p>
<p style="text-align: justify;">Antônio Roberto, no entanto, ressalta que esse limite não pode ser estabelecido porque muitas dessas populações foram &#8220;espoliadas&#8221; após esse limite temporal. &#8220;Muitas propriedades foram invadidas, não há como fazer essa discriminação&#8221;, argumentou o relator.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Desigualdade</strong><br />
Quanto à alegação de Lorenzoni de que o estatuto cria a desigualdade &#8220;em um País que sempre uniu as raças&#8221;, Antônio Roberto afirmou tratar-se exatamente do contrário. &#8220;Passamos a vida inteira separando. Os negros ficam segregados nas favelas, nas escolas a maioria absoluta é branca, e quantos negros estão aqui na Câmara?&#8221;, destacou.</p>
<p style="text-align: justify;">O presidente da comissão, deputado Carlos Santana (PT-RJ), suspendeu a reunião que ocorre no plenário 4 devido à <a href="http://www2.camara.gov.br/internet/homeagencia/materias.html?pk=%2069671" target="_blank">Ordem do Dia</a>. A votação deverá ser retomada ao final das votações em Plenário.</p>
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		<title>AGÊNCIA CÂMARA &#8211; Comissão especial deve votar Estatuto da Igualdade Racial na quarta</title>
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		<pubDate>Fri, 08 May 2009 02:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Antônio Roberto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Paula Bittar O presidente da comissão especial que analisa a criação do Estatuto da Igualdade Racial (Projeto de Lei 6264/05), deputado Carlos Santana (PT-RJ), afirmou que a proposta deve ser votada na próxima quarta-feira, dia 13 de maio, quando a abolição da escravatura completa 121 anos. O projeto recebeu um substitutivo do relator, deputado Antônio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Paula Bittar</em></p>
<p style="text-align: justify;">O presidente da comissão especial que analisa a criação do Estatuto da Igualdade Racial (Projeto de Lei 6264/05), deputado Carlos Santana (PT-RJ), afirmou que a proposta deve ser votada na próxima quarta-feira, dia 13 de maio, quando a abolição da escravatura completa 121 anos.<span id="more-980"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O projeto recebeu um substitutivo do relator, deputado Antônio Roberto (PV-MG). O texto estabelece medidas para combater a discriminação racial e promover a participação de afrodescentes nas esferas institucionais e de poder em condições de igualdade com as outras etnias. Entre as medidas, está a previsão de conselhos de Promoção da Igualdade Racial, nas esferas municipais, estaduais e federal, formados por representantes do governo e da sociedade civil.</p>
<p style="text-align: justify;">Carlos Santana aponta, entre os pontos positivos do projeto, a garantia de que o Sistema Único de Saúde (SUS) atenda as peculiaridades da população negra brasileira. &#8220;Os negros têm algumas doenças específicas, mas não há um tratamento devido a elas&#8221;, ressalta.</p>
<p style="text-align: justify;">O deputado acredita ainda que o estatuto cumpre um papel simbólico importante: o de reconhecer que a abolição da escravatura no Brasil ainda não foi concluída, já que os afrodescentes enfrentam preconceitos e dificuldades, especialmente no acesso à educação e ao mercado de trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Proposta enfraquecida</strong><br />
O professor de antropologia da Universidade de Brasília (UnB) José Jorge foi o responsável pelo projeto de cotas na universidade. Ele concorda com Carlos Santana no que diz respeito ao papel simbólico do estatuto, mas acredita que a proposta está muito enfraquecida, se comparada às ideias originalmente defendidas.</p>
<p style="text-align: justify;">O professor lamenta que não exista a previsão de cotas para a pós-graduação nas universidades públicas e para o serviço público. &#8220;Na primeira versão, você teria cotas no serviço público. Um pouco como países que tiveram também uma grande trajetória racista em certo momento e, para dar conta desse passado, colocaram, como a África do Sul, cotas no serviço público. No estatuto, [as cotas] já não são mais nos concursos, são apenas nos cargos de confiança, o que é mais fraco, porque o cargo de confiança não tem a mesma estabilidade&#8221;, destaca.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto às críticas de que as cotas promovem mais desigualdade, José Jorge afirma que um país como o Brasil, em que, por exemplo, apenas 25 dos 5.100 professores da Universidade de São Paulo (USP) são negros, já vive um apartheid racial. Ele afirma, ainda, que a UnB adotou as cotas há cinco anos e não teve nenhum problema como consequência.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tramitação</strong><br />
O projeto do Estatuto da Igualdade Racial, originário do Senado, tramita em caráter conclusivo. Se for aprovado com modificações, deverá passar por nova análise daquela Casa.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>AGÊNCIA CÂMARA &#8211; Deputados visitam Antártida para conhecer pesquisas na região</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Mar 2009 02:00:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Antônio Roberto</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Agência Câmara]]></category>
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		<category><![CDATA[CNPq]]></category>
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		<description><![CDATA[Os deputados Antônio Roberto (PV-MG), Francisco Praciano (PT-AM) e Nilmar Ruiz (DEM-TO) visitam nos próximos dias a estação Antártica Comandante Ferraz, que completa 25 anos em 2009. Os parlamentares vão conhecer o Programa Antártico Brasileiro, desenvolvido pela Marinha. O objetivo da visita, organizada pela Marinha, é mostrar aos parlamentares as pesquisas desenvolvidas pelo Brasil na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os deputados Antônio Roberto (PV-MG), Francisco Praciano (PT-AM) e Nilmar Ruiz (DEM-TO) visitam nos próximos dias a estação Antártica Comandante Ferraz, que completa 25 anos em 2009. Os parlamentares vão conhecer o Programa Antártico Brasileiro, desenvolvido pela Marinha.<span id="more-966"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O objetivo da visita, organizada pela Marinha, é mostrar aos parlamentares as pesquisas desenvolvidas pelo Brasil na Antártica em áreas como meteorologia, derretimento das geleiras, mudanças ambientais e correntes marinhas. A estação está localizada na Ilha Rei George, na Baía do Almirantado, na Península Keller, e tem capacidade para abrigar 52 pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">A infra-estrutura da estação brasileira na Antártida é de responsabilidade da Marinha, enquanto os trabalhos científicos são coordenados pelo Ministério da Ciência e Tecnologia, pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e pelo Ministério do Meio Ambiente. As pesquisas brasileiras no continente evoluíram para uma nova etapa em novembro de 2008, quando pesquisadores do Proantar iniciaram a primeira expedição científica nacional ao interior da Antártida.</p>
<p style="text-align: justify;">A visita de parlamentares à estação já é segunda deste ano. Em janeiro, um grupo de 12 deputados esteve na Antártica para conhecer o trabalho desenvolvido pelo Brasil na região.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Orçamento</strong><br />
As atividades na região têm sido objeto de emendas parlamentares nos orçamentos dos últimos anos, o que tem garantido o aumento das verbas públicas para o trabalho desenvolvido no local. Para o Orçamento de 2009, por exemplo, deputados e senadores garantiram mais R$ 19 milhões para o orçamento do Programa Antártico Brasileiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde 2007, funciona no Congresso a Frente Parlamentar Mista de Apoio ao Programa Antártico Brasileiro, que reúne 121 deputados e 56 senadores. O presidente é o senador Cristovam Buarque (PDT-DF) e a vice é a deputada Maria Helena (PSB-RR).</p>
]]></content:encoded>
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		<title>AGÊNCIA CÂMARA &#8211; Empresas poderão fornecer protetor solar para funcionários</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jan 2009 02:00:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Antônio Roberto</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Agência Câmara]]></category>
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		<category><![CDATA[Consolidação das Leis do Trabalho]]></category>
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		<category><![CDATA[Instituto Nacional do Câncer]]></category>
		<category><![CDATA[Lei 5.452/43]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto de Lei 5061/09]]></category>
		<category><![CDATA[PV - MG]]></category>

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		<description><![CDATA[J. Batista A Câmara analisa o Projeto de Lei 5061/09, do deputado Antônio Roberto (PV-MG), que obriga as empresas a fornecerem protetor solar aos empregados que trabalhem a céu aberto. De acordo com a proposta, o Ministério do Trabalho e Emprego definirá as normas para o cumprimento da medida. O objetivo é reduzir a incidência [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>J. Batista</em></p>
<p style="text-align: justify;">A Câmara analisa o Projeto de Lei 5061/09, do deputado Antônio Roberto (PV-MG), que obriga as empresas a fornecerem protetor solar aos empregados que trabalhem a céu aberto. De acordo com a proposta, o Ministério do Trabalho e Emprego definirá as normas para o cumprimento da medida.<span id="more-955"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O objetivo é reduzir a incidência de câncer de pele entre trabalhadores nos casos em que a sua exposição ao sol é obrigatória. O parlamentar afirma que esse tipo de câncer é o mais frequente, correspondendo a aproximadamente 25% de todos os tumores malignos registrados no Brasil, segundo informações do Instituto Nacional do Câncer (Inca).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Equipamentos de proteção</strong><br />
O projeto muda a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT &#8211; Decreto-Lei 5.452/43), que atualmente determina que a empresa forneça equipamento de proteção individual (EPI) contra riscos de acidente e danos à saúde dos empregados.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Apesar disso, o próprio Ministério do Trabalho encontra dificuldade para incluir o protetor solar no rol dos EPIs. A dificuldade deve-se ao entendimento de que o câncer de pele não se relaciona diretamente ao trabalho, uma vez que toda a população está sujeita à exposição ao sol&#8221;, afirma Antônio Roberto.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tramitação</strong><br />
O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
]]></content:encoded>
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