Notícias com a palavra chave ‘Casamento’

ARTIGO – Desavenças do casal

Publicado Coluna Bem Viver do Jornal Estado de Minas

“Antônio Roberto, eu e o meu marido brigamos constantemente. Durante as brigas nós nos ofendemos, cada um colocando defeitos no outro e isso desgasta nosso relacionamento. Vivo deprimida e angustiada e não sei como resolver o problema. Gostaria que você nos desse uma palavra. Dalva de Uberaba”.

O casamento encerra várias dimensões. A dimensão social e periférica, diz respeito às obrigações: criar filhos, ganhar dinheiro, sustentar a casa, desenvolver as tarefas domesticas. É a base material da instituição.

A dimensão emocional, amorosa e prazerosa se localiza no desenrolar das relações que ali acontecem. Muitas vezes essas dimensões não andam juntas, ocorrendo que o casamento se torna apenas um espaço material de sustentação financeira e pouco esforço é despedido na melhoria do relacionamento. A conseqüência é a deterioração da convivência que é marcada, então, pelas brigas, hostilidades e sofrimento.

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ARTIGO – Solidão

Publicado Coluna Bem Viver do Jornal Estado de Minas


“Antônio Roberto, estou sozinha. Quero muito arrumar um namorado. Sou alegre, bonita e solteira. O que fazer? Joana Athaide, Pouso Alegre.”

A cultura americana, expressa claramente nos filmes de Hollywood, sempre enfatizou que a felicidade só pode ser alcançada através do casamento. Quem não se lembra dos finais dos filmes românticos, quando o casal se afasta abraçados e “foram felizes para sempre”? A mensagem subliminar, falsa, perigosa e cruel é que você só se realiza por intermédio de outra pessoa. E essa idéia se internalizou em nós, principalmente nas mulheres, de tal forma que toda nossa energia vital não é canalizada para aprendermos a sermos felizes, mas para arranjarmos um(a) namorado(a) e casar.

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ARTIGO – Medo de ser feliz

Publicado Coluna Bem Viver do Jornal Estado de Minas

“Antônio Roberto, queria ser como esses jovens: “Se não der certo, separe!”. Sou casada há 17 anos. Meu marido é muito autoritário, me trata mal, mas não dou conta de me separar dele. Por que é tão difícil ? – Valéria de Contagem.

São centenas de casos semelhantes à leitora acima. O medo e a dificuldade da separação estão no coração de quase todas as pessoas. Quando falamos a palavra separação logo vem à nossa cabeça várias associações: dor, tristeza, mágoa, abandono, perda, fracasso, choro, despedida. Raramente nos damos conta que separação significa basicamente, escolha. Separar o joio do trigo.

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ARTIGO – Equilíbrio

Publicado Coluna Bem Viver do Jornal Estado de Minas

“Antônio Roberto fale sobre a necessidade atual que as pessoas têm de possuir cada vez mais bens materiais, de chegar sempre ao posto mais alto da empresa, de ter ido aos lugares mais interessantes do mundo, de freqüentar somente restaurantes caros, de ter o carro mais novo do mercado… Enfim, um mundo de muito consumismo e rivalidade, no qual quem fica um pouco de fora dessa “competição” por se sentir satisfeito com o que tem é chamado de “acomodado”. Andréa de Belo Horizonte .

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ARTIGO – Relacionamento: tempo, paciência e dedicação

Publicado Coluna Bem Viver do Jornal Estado de Minas

“Antônio Roberto, não tenho sorte no amor. Será o destino? Joana de Sete Lagoas”

O mundo, por ser humano, é absolutamente imperfeito. Carece sempre de melhoria, de desenvolvimento. Nada está definitivamente terminado. Por mais que sonhemos com segurança, estabilidade ou permanência sabemos que tudo está em profunda transformação sempre. Aceitamos esta verdade, com facilidade, quando se trata do mundo material. Não estranhamos o surpreendente aperfeiçoamento do computador, do carro, do avião e de todas as tecnologias à nossa disposição.

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ARTIGO – Mulher Solteira

Publicado Coluna Bem Viver do Jornal Estado de Minas

“Antônio Roberto, sou de Pouso Alegre, solteira e o meu grande problema na vida é a solidão. Vou ter que sentir isto sempre ou vou encontrar um companheiro? Joana Athaide.”

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ARTIGO – Violência e Agressividade

Publicado Coluna Bem Viver do Jornal Estado de Minas

“Antônio Roberto, tenho 43 anos. Sou casada e tenho um bom relacionamento com minhas filhas, meu marido e com as pessoas em geral. De vez em quando, porém, tenho momentos de muita raiva. Nestas horas, às vezes me altero, falo alto, xingo e depois sinto muita culpa. Como posso acabar com minha agressividade? Maria Lúcia de Curvelo.” (mais…)