Notícias com a palavra chave ‘Estado de Minas’

ARTIGO – Tensão

Publicado Coluna Bem Viver do Jornal Estado de Minas

“Antônio Roberto, sou uma pessoa muito tensa. Não tenho paz. Estou constantemente irritada, brigando com os meus filhos e marido por qualquer motivo. A sensação que tenho é que a qualquer momento, algo terrível vai acontecer. Preciso de sua orientação. Joelma de Sabará”.

Tensão é um estado de luta. É uma preparação do corpo para se defender das ameaças externas. A maioria de nós é cronicamente tensa. Acostumamos a ver perigo em tudo, a achar que as pessoas não nos querem bem, que o mundo é mal, que a vida é perigosa. A partir daí estamos sempre a espera do pior. E somos alimentados nesses pensamentos pelas outras pessoas que também vivem tencionadas, pelas notícias que acompanhamos diariamente nos jornais, pelas pessoas que nos cercam que, com a melhor das intenções, nos advertem dos perigos da vida.

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ARTIGO – Homem e as guerras

Publicado Coluna Bem Viver do Jornal Estado de Minas

“Antônio Roberto, como explicar as guerras? Será que em 2012 terá alguma? Me fale das guerras. Podemos acreditar no homem, poço de maldades? Lincoln Duarte – Engenheiro- B.H.”

Meus olhos se enchem de lágrimas, ao ver qualquer foto de Guerra: o desespero, a agonia, o pânico e a dor nas expressões de velhos, de crianças e do medo do desconhecido no olhar dos pais de família. Cenas profundamente tristes que aparecem na nos faz lembrar de Nero e de Hittler. Diante disto, a tentação é descrer do Homem, é maldizer a natureza humana, é acreditar, como alguns filósofos da maldade intrínseca da pessoa humana.

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ARTIGO – Vazio

Publicado Coluna Bem Viver do Jornal Estado de Minas

“Antônio Roberto, estou sem esperança, cansado e desesperado. Tenho uma ótima casa, uma ótima esposa e filhos maravilhosos e um bom emprego. Como sair, porém, desse vazio? Paulo Rodrigues de Viçosa”.

A pergunta do leitor acima é formada de três partes. A primeira parte é sombria, depressiva, impregnada de dor. A terceira parte é luminosa, afetuosa, prazerosa. No meio das duas ele se coloca na gravidade de sua afirmação: “Estou sem esperança”. A esperança é uma forma ativa de enxergar a realidade.

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ARTIGO – Sentimento negativo

Publicado Coluna Bem Viver do Jornal Estado de Minas

Antônio Roberto, sou executivo principal de uma grande empresa e me deparo, com freqüência, com muita intriga e hostilidade entre os gerentes. Será inveja? Como lidar com isto. Tomas Viotti – Belo Horizonte.

Antônio Roberto, como lidar com uma irmã que me ataca e me critica constantemente? Ela sempre me puxa para baixo. Marina – Sabará

Antônio Roberto, trabalho com dedicação, nas atividades sociais e religiosas de minha Paróquia. Sofro muito com algumas pessoas que querem sempre aparecer, brilhar e passar na frente das outras. Será inveja? Luíza – Belo Horizonte.

Todo sentimento negativo nos faz sofrer. Daí a importância do entendimento e elaboração do sentimento de INVEJA. Compreender este sentimento pode ser a chave para a resolução de diversos conflitos no trabalho, em casa, na sociedade. Não há sentimento mais destrutivo para o clima orgacional ou familiar que a inveja.

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ARTIGO – Ano novo

Publicado Coluna Bem Viver do Jornal Estado de Minas

“Antônio Roberto, chegou o Natal e o fim do ano. Quero renovar minha vida!!!

Nesse ano me frustrei pelos objetivos não alcançados, e já estou com angustia de não realizar tudo no novo ano, ao mesmo tempo quero ter a alegria das festas natalinas. Estou confuso Ajude-me! Sebastião de Belo Horizonte”.

Durante a vida, cada um de nós vai armazenando um conjunto de fatos e situações e os sentimentos decorrentes deles. Humanos que somos tornamo-nos depositários de sentimentos bons e ruins. Todas estas emoções, se não são devidamente expressas quando ocorrem, ficam à espera de algum momento propício para se manifestarem.

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ARTIGO – Desavenças do casal

Publicado Coluna Bem Viver do Jornal Estado de Minas

“Antônio Roberto, eu e o meu marido brigamos constantemente. Durante as brigas nós nos ofendemos, cada um colocando defeitos no outro e isso desgasta nosso relacionamento. Vivo deprimida e angustiada e não sei como resolver o problema. Gostaria que você nos desse uma palavra. Dalva de Uberaba”.

O casamento encerra várias dimensões. A dimensão social e periférica, diz respeito às obrigações: criar filhos, ganhar dinheiro, sustentar a casa, desenvolver as tarefas domesticas. É a base material da instituição.

A dimensão emocional, amorosa e prazerosa se localiza no desenrolar das relações que ali acontecem. Muitas vezes essas dimensões não andam juntas, ocorrendo que o casamento se torna apenas um espaço material de sustentação financeira e pouco esforço é despedido na melhoria do relacionamento. A conseqüência é a deterioração da convivência que é marcada, então, pelas brigas, hostilidades e sofrimento.

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ARTIGO – Preconceito

Publicado Coluna Bem Viver do Jornal Estado de Minas

“Antônio Roberto, vivo com medo da discriminação. Na minha faculdade, sou a única negra da minha turma, em minha volta não vejo pessoas da minha raça. Me ajude! Maria Alice – 22 anos – Belo Horizonte”.

Todo preconceito é um erro de visão. È uma distorção visual com relação ao mundo. Não existe ninguém igual a outro. Cada um de nós é único e diferente das demais pessoas. Essa diferença e singularidade vão-se manifestar na cor da pele, no tipo físico, na condição social, na escolha religiosa, na opção sexual, na nacionalidade, etc.

Esse é um lado da questão. Existe outro. Embora desiguais, somos profundamente semelhantes aos outros. Pelo fato de sermos gente e pertencermos à família humana, no essencial nos assemelhamos. O branco não é o contrário do velho, assim como mulher não é o contrário do homem. As pequenas diferenças entre os seres não nos dão o direito de colocá-los em campos opostos, como inimigos e competidores.

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ARTIGO – A nova família

Publicado Coluna Bem Viver do Jornal Estado de Minas

“Antônio Roberto, a família tem mudado muito. Fale dessa nova família, vejo muita coisa errada. Rose de Betim.”

Muito se fala da família e quase sempre com pessimismo. A família mudou? Sim e muito. Para melhor ou pior? Eu diria, para uma nova forma. Havemos e devemos nos render ás mudanças, ficar preso no como deveria ser como era antigamente ou na minha época não traz solução alguma. E quem disse que antes era o correto? A cada resistência ás mudanças mais doentes tornamos nossa família e a nós mesmos. E quem disse que a tal inversão de valores está errado? Novos valores, novas posturas, novos costumes!

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