Notícias com a palavra chave ‘Felicidade’

ARTIGO – Sabedoria

Publicado Coluna Bem Viver do Jornal Estado de Minas

“Antônio Roberto, gostaria que você falasse sobre a sensação que tenho de estar presa, amarrada e não sei a quê. Gostaria de me libertar! Aparecida de Belo Horizonte”.

Certa vez, fazendo uma palestra sobre a amizade eu dizia que entre nossos amigos era importante figurar um velho e uma criança. O velho para nos ensinar a prudência, a sabedoria e a criança para nos mostrar a alegria e a espontaneidade. Quando temos a sensação de estarmos presos é porque, de fato, estamos amarrados aos nossos papéis sociais, às expectativas que as outras pessoas têm de nós, ao controle que queremos exercer sobre os outros, porque perdemos a nossa espontaneidade.

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ARTIGO – Qualidade de vida

Publicado Coluna Bem Viver do Jornal Estado de Minas

“Antônio Roberto, estou com uma rotina que está me deixando tediosa. Ajude-me a mudar. Analice de Santa Luzia”.

A vida, pela própria natureza, é sempre nova. Tudo o que é vivo tem frescor. A existência é um milagre e está sempre começando. A forma de vermos nossa vida é que pode torná-la enfadonha. Entrar em contato com a qualidade da vida em todos os momentos e em todas as coisas, mesmo as pequenas é o segredo. A palavra-chave é QUALIDADE. A maioria de nós vê a realidade apenas pela quantidade. Adoramos quantidade e nos esquecemos do valor da qualidade.

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ARTIGO – Medo de ser feliz

Publicado Coluna Bem Viver do Jornal Estado de Minas

“Antônio Roberto, queria ser como esses jovens: “Se não der certo, separe!”. Sou casada há 17 anos. Meu marido é muito autoritário, me trata mal, mas não dou conta de me separar dele. Por que é tão difícil ? – Valéria de Contagem.

São centenas de casos semelhantes à leitora acima. O medo e a dificuldade da separação estão no coração de quase todas as pessoas. Quando falamos a palavra separação logo vem à nossa cabeça várias associações: dor, tristeza, mágoa, abandono, perda, fracasso, choro, despedida. Raramente nos damos conta que separação significa basicamente, escolha. Separar o joio do trigo.

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ARTIGO – Equilíbrio

Publicado Coluna Bem Viver do Jornal Estado de Minas

“Antônio Roberto fale sobre a necessidade atual que as pessoas têm de possuir cada vez mais bens materiais, de chegar sempre ao posto mais alto da empresa, de ter ido aos lugares mais interessantes do mundo, de freqüentar somente restaurantes caros, de ter o carro mais novo do mercado… Enfim, um mundo de muito consumismo e rivalidade, no qual quem fica um pouco de fora dessa “competição” por se sentir satisfeito com o que tem é chamado de “acomodado”. Andréa de Belo Horizonte .

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ARTIGO – Lixo de vida

Publicado Coluna Bem Viver do Jornal Estado de Minas

“Antônio Roberto, minha vida é um lixo, puro fracasso! Preciso mudar urgente! Meu casamento está um desastre, vários problemas profissionais e passo por grandes dificuldades financeiras. Tenho buscado por todos os lados melhorias, mas quando meu destino vai melhorar?
Adriano de Manhuaçu.” (mais…)

ARTIGO – Acomodação

Publicado Coluna Bem Viver do Jornal Estado de Minas. Edição do dia 03/04/2011.

“Antônio Roberto, estou passando por um momento muito difícil na minha vida. Sei que estou acomodado em muitos aspectos e tenho medo de arriscar. Tenho uma oportunidade de ir para o exterior, mas algo me prende: a indecisão. Ajude-me! Norberto de Juiz de Fora”. (mais…)

ARTIGO – Confusão mental

Publicado Coluna Bem Viver do Jornal Estado de Minas

“Antônio Roberto, penso no meu passado constantemente e to com medo do meu futuro. Sinto uma covarde e sem criatividade para sair de alguns problemas…o pior é que tudo que começo a fazer nem sempre termino. Gisele de Belo Horizonte” (mais…)

ARTIGO – Vítima

Publicado Coluna Bem Viver do Jornal Estado de Minas

“Olá Antônio Roberto, ando triste e desesperançosa. Não confio em ninguém. A vida inteira fui julgada como inútil, fraca e incompetente. Muitas vezes perco a esperança de um dia poder me casar, ter filhos, ter um emprego satisfatório. Não consigo perdoar as pessoas que um dia me fizeram mal e me traíram. Depois de certos acontecimentos me tornei uma pessoa rancorosa. Não consigo me desabafar com ninguém, soltar o que está dentro de mim, porque o que perdi ninguém vai me dar de volta. As pessoas sempre quiseram me ver pra baixo tirando minha moral e auto-estima, aproveitando de minha sensibilidade. Ando triste, só sei chorar, não confio em ninguém. Tudo o que faço para as pessoas é pouco e todos só sabem rir da minha cara. É muito ruim levar uma vida de desengano e falsidade. Por favor, Antônio Roberto, me ajude! Não agüento mais. Joicy – 19 anos- São Paulo”.
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