
Antônio Roberto recebe das mãos de Marcio Lacerda homenagem por trabalho pela igualdade racial
Ao lado de rei e rainhas congas, cantor, fotógrafo, médico e políticos, o Deputado Federal Antônio Roberto foi homenageado nesta sexta-feira, dia 19, pelo prefeito Marcio Lacerda, durante a solenidade de comemoração do Dia Nacional da Consciência Negra. A data é celebrada hoje (20.11) e é dedicada à reflexão sobre a inserção do negro na sociedade. Foram prestigiadas 35 pessoas, que receberam das mãos do prefeito placas de homenagem.
Antônio Roberto é conhecido por sua intensa luta na Câmara dos Deputados como relator do Estatuto da Igualdade Racial. Depois de anos de trabalho árduo e de muitas discussões, o Estatuto foi aprovado no Congresso Nacional e está em vigor há um mês, garantindo ao negro políticas públicas que visem à promoção da igualdade racial. “O Estatuto não é um ponto final, mas um ponto de partida na luta pela igualdade racial. É um marco que fará com que brasileiros de todas as cores tenham as mesmas oportunidades de inserção social”, avalia Antônio Roberto.
O prefeito Marcio Lacerda afirmou que Belo Horizonte foi a primeira capital brasileira a ter um plano municipal de promoção da igualdade racial e ressaltou a importância da comemoração do Dia da Consciência Negra. “Estamos marcando o dia com homenagem a pessoas tão importantes e dignas na sua contribuição, não só para o resgate da memória, mas também para a afirmação dessa identidade e da luta contra as injustiças sociais”, conta.
Durante a solenidade, o prefeito assinou o projeto de lei que dá nome aos viadutos da avenida Antônio Carlos, em homenagem aos países africanos que enviaram trabalhadores negros ao Brasil. “Eu já vinha refletindo isso há algum tempo, e esta é uma parceria da PBH com o governo do estado”, contou.
Dia da Consciência Negra
A comemoração da data no dia 20 de novembro lembra a morte de Zumbi dos Palmares e faz uma homenagem à resistência do negro à escravidão de forma geral, desde o primeiro transporte forçado de africanos para o solo brasileiro. É também um marco de mobilização em torno da questão racial, do combate ao racismo, além de servir como inspiração para uma vida mais digna e solidária.
*Com informações da Prefeitura de Belo Horizonte