Notícias com a palavra chave ‘Relacionamento’

ARTIGO – Amar

Publicado Coluna Bem Viver do Jornal Estado de Minas

“Antônio Roberto, estou namorando há dois anos com um rapaz que sempre afirma me amar. No entanto, ele me trata mal, vive falando dos meus defeitos e determina tudo. Encontra comigo quando quer, às vezes some, depois volta. Sofro muito com isso. Como é possível alguém amar e fazer isso com o outro? Margarida de Pouso Alegre”.

A atração entre as pessoas se dá em vários níveis, gerando aproximações diferentes. Existem verbos diversos para classificar as interações entre as pessoas. A confusão começa quando todos eles são reduzidos genericamente ao verbo AMAR. Não existe palavra mais banalizada nas nossas relações que o amor. Essa palavra é usada indiscriminadamente e serve a todos os propósitos. Chega-se, às vezes, a verdadeiros absurdos, como, por exemplo, na famosa frase do marido paranóico que “matou a esposa por amor” (sie)

Compreender a relação afetivo-sexual começa por entender a diferença brutal entre o verbo “gostar” e o verbo “amar”. O verbo gostar, que originalmente se aplica às coisas, como no inglês “I Like”, se refere à auto-satisfação: Eu gosto de chocolate, de cinema, de transar, de ser elogiado, etc. É um verbo egocêntrico , ligado ao prazer que sentimos na relação com o mundo. O verbo amar, por outra forma, extrapola o conceito do nosso prazer imediato e contempla também a existência da outra pessoa, sobretudo nos seus direitos e desejos como pessoa humana, incluindo o principal deles que é viver em plenitude, ou seja, ser feliz.

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ARTIGO – Desavenças do casal

Publicado Coluna Bem Viver do Jornal Estado de Minas

“Antônio Roberto, eu e o meu marido brigamos constantemente. Durante as brigas nós nos ofendemos, cada um colocando defeitos no outro e isso desgasta nosso relacionamento. Vivo deprimida e angustiada e não sei como resolver o problema. Gostaria que você nos desse uma palavra. Dalva de Uberaba”.

O casamento encerra várias dimensões. A dimensão social e periférica, diz respeito às obrigações: criar filhos, ganhar dinheiro, sustentar a casa, desenvolver as tarefas domesticas. É a base material da instituição.

A dimensão emocional, amorosa e prazerosa se localiza no desenrolar das relações que ali acontecem. Muitas vezes essas dimensões não andam juntas, ocorrendo que o casamento se torna apenas um espaço material de sustentação financeira e pouco esforço é despedido na melhoria do relacionamento. A conseqüência é a deterioração da convivência que é marcada, então, pelas brigas, hostilidades e sofrimento.

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ARTIGO – Errar é humano

Publicado Coluna Bem Viver do Jornal Estado de Minas

“Antônio Roberto, sou gerente de uma grande empresa. Tenho um ótimo conceito profissional, mas tenho um problema. Sofro terrivelmente quando cometo algum erro no trabalho e tenho pavor de ser criticado. Até mesmo em casa nas relações familiares. Alexandre de Belo Horizonte.”

Numa sociedade das aparências a imagem de perfeição é cultivada de todas as formas. Aprendemos, desde criança, através exatamente da crítica, duas grandes falsidades: primeiro que é possível ser perfeito, segundo, que nós o devemos ser. A raiz de muito sofrimento psicológico e de muitos problemas nos relacionamentos advém disso. A forma infantilizada com que lidamos com o erro nos coloca constantemente em um beco sem saída. De um lado queremos ter sucesso profissional e para isso, queremos ser criativos, inovadores, empreendedores, destemidos e de outro lado queremos realizar uma imagem de aceitar sempre. A capacidade de arriscar é incompatível com o medo de errar.

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ARTIGO – Solidão

Publicado Coluna Bem Viver do Jornal Estado de Minas


“Antônio Roberto, estou sozinha. Quero muito arrumar um namorado. Sou alegre, bonita e solteira. O que fazer? Joana Athaide, Pouso Alegre.”

A cultura americana, expressa claramente nos filmes de Hollywood, sempre enfatizou que a felicidade só pode ser alcançada através do casamento. Quem não se lembra dos finais dos filmes românticos, quando o casal se afasta abraçados e “foram felizes para sempre”? A mensagem subliminar, falsa, perigosa e cruel é que você só se realiza por intermédio de outra pessoa. E essa idéia se internalizou em nós, principalmente nas mulheres, de tal forma que toda nossa energia vital não é canalizada para aprendermos a sermos felizes, mas para arranjarmos um(a) namorado(a) e casar.

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Antônio Roberto chama a atenção para o lançamento do livro Aprendendo a Amar

O deputado federal Antônio Roberto (PV/MG) chama a atenção para o lançamento do livro “Aprendendo a Amar”, que ocorrerá no dia 10 de Setembro, às 17 horas, na sede da “Comunidade Terapêutica Terra da Sobriedade”, que fica à rua das Pedrinhas, nº 342, no bairro São João Batista, em Belo Horizonte.

O livro “Aprendendo a Amar” é resultado da experiência acumulada ao longo de uma década e meia de atuação dos voluntários dos grupos de apoio Amor Exigente e da Sociedade de Promoção Humana, de Lagoa da Prata. Trata-se de uma coletânea com 48 palestras sobre os 12 princípios de Amor Exigente, selecionadas entre as que produziram bons resultados nos grupos.

ARTIGO – Medo de ser feliz

Publicado Coluna Bem Viver do Jornal Estado de Minas

“Antônio Roberto, queria ser como esses jovens: “Se não der certo, separe!”. Sou casada há 17 anos. Meu marido é muito autoritário, me trata mal, mas não dou conta de me separar dele. Por que é tão difícil ? – Valéria de Contagem.

São centenas de casos semelhantes à leitora acima. O medo e a dificuldade da separação estão no coração de quase todas as pessoas. Quando falamos a palavra separação logo vem à nossa cabeça várias associações: dor, tristeza, mágoa, abandono, perda, fracasso, choro, despedida. Raramente nos damos conta que separação significa basicamente, escolha. Separar o joio do trigo.

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ARTIGO – Quero sair da solidão

Publicado Coluna Bem Viver do Jornal Estado de Minas

“Antônio Roberto, meu nome é Joana Athaide, de Pouso Alegre, sou solteira e o meu problema é uma sensação angustiante de solidão. Será que fui condenada a sentir isso por toda minha vida ou encontrarei alguém para ser meu companheiro?”

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